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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Maia sem mochilas, viva o progresso!


«As mochilas podem ter os dias contados. O mote do projecto “Caderno Digital” não é “Aprender sem livros”, mas a sugestão assenta-lhe como uma luva. No início do próximo ano lectivo, os alunos do ensino básico da Maia vão poder aceder a todos os conteúdos leccionados e trabalhos realizados nas aulas através de uma simples pen drive. Todo o peso dos livros e cadernos pode agora ser substituído por uma pequena caneta USB facilmente transportável no estojo, pendurada ao pescoço ou até no bolso.(...)»

Estamos no século digital, isto é inevitável. O antigo transportar de livros que fazia crianças carregar quilos e quilos às costas está prestes a ter um fim. Mais cedo ou mais tarde, o uso do portátil vai estar generalizado (com os programas e-escola) e o mais provavel é que dentro de pouquíssimo tempo os manuais sejam comercializados em formato digital e os cadernos passem a ser extensos ficheiros word. Não sei até que ponto isto pode levar à melhoria do ensino (provavelmente não altera nada) mas, pelo menos, melhora o ambiente. É impressionante a quantidade de papel que os jovens deitam fora no final de cada ano e durante cada ano, já para não falar dos livros que com uma duração de três anos são pura e simplesmente resmas de papel para guardar em estantes empoeiradas.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Les amis européans!

O Presidente Sarkozy anunciou o seu total apoio à reeleição de Durão Barroso para presidente da Comissão Europeia. Verdade seja dita, Durão Barroso agrada mais aos 500 milhões de cidadãos da União Europeia que aos 10 milhões de portugueses. Somos uma terra do catano!

Um mês!

O Afilhado faz um mês. Obrigado a todos o que o visitaram e o comentaram.


[...]
Muitos anos de vida...

Um problema de contornos tenebrosos

As notas dos exames de matemática aumentaram exponencialmente. Isto não é novidade. O exame foi mais fácil que nos anos anteriores. Também não é novidade. Mas há no meio de tudo isto algo que ainda não foi dito: como se vão comportar as médias de acesso ao ensino superior.

Começam hoje as inscrições e, meus amigos, naqueles milhares de futuros doutores há uma boa quantidade de 19 e 20 no exame de matemática. Com estes "notões" o que vai acontecer é que os últimos a entrar nas faculdades ligadas à matemática (como as de medicina, economia, engenharia, etc) vão ter notas de acesso bem mais altas que o comum. Nenhum problema, não fosse o facto de, muito provavelmente, para o ano o exame voltar a ser normal - o pessoal não aguenta a pressão. Ou seja, para o ano alunos de secundário brilhantes (com 18's justos no exame) não vão poder entrar em determinados cursos por causa de alunos médios (que tiveram 20's inflacionados). Isto é um problema bastante grave para alguns cursos/faculdades. Dou aqui o exemplo da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Esta faculdade que só aceita acessos com o exame de Matemática (um dos motivos pelos quais está tão bem cotada) tinha no ano passado uma nota de acesso de 16 valores. Isto com os exames normais. Há dúvidas que isto vai subir a pique? Imagino um cenário em que vai tão difícil entrar para economia como para medicina. Tenho para mim que muitos trajes académicos não vão sair dos cabides...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Jornalismo de qualidade!

Chamem-me desconfiado, mas estou a ver uma entrevista na SIC ao Henrique Medina Carreira, na qual um jornalista expõe algumas das grandes conquistas do Sócrates e o politólogo destrói completamente o edificado. É uma forma subtil de mudar opiniões, sem dúvida!

Uma marca positiva!

Muitas vezes critico fortemente a governação do Engenheiro Sócrates e dos seus compinchas, mas há um aspecto em que lhes tiro o chapéu: a questão energética.

Numa conjuntura de completo choque petrolífero e de previsões catastróficas (há quem diga que o petróleo por barril pode chegar aos 500 USD) Portugal está na linha da frente na busca de alternativas. Em primeiro lugar foram as imensas centrais de produção de energia, tanto eólica como solar que são grandes bandeiras: "as maiores do mundo". São de extrema importância porque a grande maioria das emissões de carbono não são provenientes dos automóveis e restantes meios de transporte, são provenientes da indústria e da produção de electricidade para as habitações e actividades do sector primário e terciário. Depois de neste patamar estarmos numa fase avançada (não é o ideal, mas estamos muito à frente da maioria dos países) o país lançou-se aos amigos automóveis. Com um protocolo com a as fabricantes automóveis Nissan e Renault, está prevista a criação de uma rede de abastecimento de electricidade para os carros (que se estenderá, segundo ouvi nas notícias, a outras marcas, assim que as condições sejam as melhores). Este protocolo tem estado a ser trabalhado desde Maio e é de aplaudir o Ministério da Economia que, pelo menos nesta área, tem provas dadas. Para além disto, o governo juntamente com alguns grandes grupos empresariais tem estado a patrocinar a criação de veículos com zero emissões e está a tentar criar-se uma forma de atrair pessoas para estes veículos, por exemplo, baixando o imposto automóvel:

«(...)"Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente" (...)»

Mas nem tudo são rosas. Não sou um daqueles ambientalistas loucos que andam por aí a anunciar o fim do mundo, mas acho que existem prioridades e a questão da dependência energética é uma delas. Nós poderíamos estar a crescer muito mais se não fosse o petróleo, portanto, tanto do ponto de vista ambiental como económico, uma aposta forte em reduzir esta dependência é extremamente positivo. Acredito mesmo que se o dinheiro do TGV e do aeroporto (que agora se diz não serem assim tão precisos) fosse "desviado" para esta questão, teríamos enormes benefícios no longo prazo. Imagine-se o que seria a não dependência do petróleo. Os impactos seriam tremendos. Começando pela baixa tremenda da inflação (quem tem sido inflacionada, desculpem a redundância, pelo preço do petróleo) até ao crescimento do PIB provavelmente como nunca se viu. É algo a pensar...

terça-feira, 8 de julho de 2008

1000 visitas

O meu menino já passou as 1000 visitas. Isto em mais ou menos três semanas de existência. Estou orgulhoso.

Coisas do oculto, só pode!

Afinal parece que não. Vale e Azevedo não foi preso coisa nenhuma. Foi a Westminster "falar":

«O ex-presidente do Benfica Vale e Azevedo foi ouvido hoje à tarde no tribunal de Westminster e libertado sem fiança, uma vez que o juiz considera não haver risco de fuga, disse à Lusa o advogado Edward Perrott. (...)»

Parece que não é só em Portugal que a Justiça é podre.

«João Vale e Azevedo aguardará assim a decisão do tribunal em liberdade.»

A iminência do conflito

“O regime sionista faz actualmente pressão sobre os dirigentes da Casa Branca para preparar um ataque contra do Irão. Se cometerem essa estupidez, a primeira resposta do Irão será lançar fogo a Telavive e à frota americana no golfo Pérsico.” (...)

É melhor que nos preparemos. Ou muito me engano ou daqui por pouco, muito pouco tempo, vai haver "chatisse" no Médio Oriente. Chatisse nuclear, chatisse petrolífera, chatisse genocída, chatisse para dar e vender. Vai ser um problema para descalçar esta bota...

Estava a ver que não!

«João Vale e Azevedo, ex-presidente do Benfica, foi detido esta manhã em Londres pelas autoridades britânicas, avançou a agência Lusa. Segundo um porta-voz da política britânica, Vale e Azevedo foi detido na na esquadra de Belgravia, em Londres, em cumprimento do mandado de detenção europeu. (...)»

Já era tempo de se prender o Padrinho à portuguesa. Vale e Azevedo é a prova viva que o crime até compensa (durante algum tempo). Quem diria que um ex-dirigente de um clube que não tem propriamente muito dinheiro iria ser detido em Londres, enquanto vivia numa casa de 15 Milhões de euros e se pavoniava pela grande metrópole com um popó de 400 mil euros. Será um prazer ter este "senhor sacana" atrás das grades.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Já vem um bocadinho atrasado, mas pronto...


Não me tinha ainda pronunciado sobre a questão do PCP e da libertação de Ingrid Bettancourt por, na realidade, não ter verdadeiramente uma opinião e a quem não sabe o que dizer, mais vale estar calado. Depois de ter lido por aí umas coisas, acho que devo eu também escrever aqui o que penso.

Existem determinados partidos que, pela sua necessidade de ter "crédito" junto do eleitorado, preferem apresentar posições absurdas a assumir que afinal algo naquilo que eles dizem até pode estar menos certo. Isso é o que acontece com o PCP. Percebe-se. No entanto, uma coisa é falarmos sobre uma estrada, uma ponte ou um aeroporto, outra, completamente diferente, é falarmos de vida e de liberdade. Ingrid Bettancourt, juntamente com todos aqueles que estiveram e que ainda estão sequestrados, sofreu um atentado contra a sua liberdade e quase contra a sua vida e nenhuma corrente ideológica por melhor que seja pode justificar isto. O PCP vê nas FARC fiéis aliados e camaradas de luta e até partilha com eles a Quinta da Atalaia no mês de Setembro e isso não pode acontecer. Imaginemos o que seria se agora o PNR (não estou a fazer qualquer insinuação, apenas a dar um exemplo) decidisse apoiar um regime totalitário fascista num qualquer lugar desse mundo fora. Imaginemos o que seria aquele Parlamento. Imaginemos o que seria o Jerónimo e o Bernardino na rua a defender a ilegalização do partido por apoiar regimes que vão contra as liberdades individuais. Não é difícil imaginar pois não?

Defendo um país democrático e com liberdade de pensamento e de expressão. Condeno um país em que partidos com assento parlamentar apoiam organizações que vão contra esses ideais. Acho que já vai sendo tempo de alguém dar uma chapada diplomática ao PCP e fazer com que os seus dirigentes e militantes passem a demarcar-se daquilo que está para além do aceitável e deixem de defender o indefensável em nome de um ideal que não preconiza NADA daquilo que tem sido feito em seu nome...

Ainda mais: até o Fidel e o Saramago se pronunciaram contra... até eles!!

Vinte anos depois...


Há vinte anos...


domingo, 6 de julho de 2008

Os blogues na decisão política

Como hoje estamos cheios de nada de novo, lembrei-me deste assunto no qual já dei por mim a pensar várias vezes.

Hoje em dia, o papel da blogosfera na decisão política é incontornável. Todos podem dizer que a importância é reduzida, mas é uma realidade. Alguns blogues de peso (o 31, o Corta-fitas, o Kontratempos, o Atlântico, o Abrupto, o Jumento, o Blasfémias ou o Arrastão, para dar alguns exemplos) são verdadeiras "bíblias" para algumas pessoas, cada um na sua área política, diga-se.
Estas pequenas páginas de baixo custo, com textos de dimensão reduzida (porque o tempo é escasso), mas muitas vezes ilucidativos, fazem lembrar aqueles jornais de revolução. Quem não ouviu já falar de jornais incisivos contra os regimes, como o L' Ami du Peuple do assassinado Marrat. Não me admira nada que um dia haja um verdadeiro negócio dos blogues, agora até já se avaliam on-line. Imagine-se daqui a uns anos os partidos a comprar blogues por aí de maneira a lavar o cérebro dos infiéis. É um cenário perfeitamente plausível se atendermos ao facto de o Belmiro ter o Público ou o Balsemão ter a SIC (e mais aquela trapalhada toda de antigas estrelas da imprensa).

We'll see...

Ideias Liberais

O EP da Festa do Avante deste ano aumentou de preço. O trabalho voluntário deve estar mais caro...

sábado, 5 de julho de 2008

Os limites da empresa pública

Este post do blogue Ladrões de Bicicletas dá-nos a conhecer que na Nova Zelândia se tem assistido a uma nova "onda" de reforço do Sector Empresarial do Estado (SEE). O autor, João Rodrigues, parece concordar. Eu não.

Existe na nossa actual acepção do que são as funções do Estado uma que dá pelo nome de "Eficiência" (as outras são "Estabilidade" e "Equidade"). Muitas vezes, não é vantajosa para o Mercado a exploração de determinados negócios, há inúmeros exemplos disto. Por exemplo, não existe nenhuma empresa que se dedique a investigação, no abstracto. Mesmo que esta empresa vendesse patentes daquilo que descobre, nunca seria rentável e acabaria com enormes prejuízos. A função do Estado a que chamamos eficiência visa, exactamente, colmatar estas falhas de mercado criando-se empresas públicas que, pela possibilidade de realizarem investimentos a longo (ou extremamente longo) prazo, são opção. Olhem o caso das energias renováveis, a EDP já tem lá uma área para as renováveis, mas ao que sei, as centrais fotovoltaicas ainda foi o Estado que pagou. É aqui que o SEE deve entrar, na supressão das falhas de mercado, para que nada nos falte. Nas outras áreas em que o mercado se consegue mexer bem, o Estado deve apenas assumir a função de regulador, de "polícia", para que nos certifiquemos que as empresas não cometem crimes.

Uma nova onda de aumentar o peso do SEE anda a surgir por aí. Muitos até dão o exemplo do gigante EUA que está a pensar nacionalizar o sector petrolífero. Isto apenas se verifica quando existe algum factor que a isto obrigue, no caso das petrolíferas americanas, acho que não preciso de enunciar quais são esses factores... De resto, deve deixar-se o mercado "andar à vontade" mas com os "olhos" do Estado a controlar os seus movimentos para que não hajam chatisses. Os SEE são regra geral ineficientes, se fossem rentáveis, não tínhamos tido a necessidade de privatizar tanto nos anos 80, certo?

Táxi... diferente!

Imagem via O Jumento.

Já agora: leiam n' O Jumento a parte em que o próprio dedica duas fotografias ao PCP, não transcrevi por ser muito grande mas está bastante bom.

Como a coisa se resolvia!

A taxa de reprovação no exame de Matemática A do 12º deste ano baixou para 7 por cento, contra os 18 por cento do ano passado, numa prova em que a média de notas foi de 12,5 valores. Mas a média de notas no exame de Português do 12º deste ano ficou abaixo dos 10 valores pela primeira vez em três anos, situando-se nos 9,7 valores face aos 10,8 de 2007.
A taxa de reprovação de 7 por cento dos 36.674 alunos que fizeram este ano a prova de Matemática A é menos de metade da verificada no ano passado (18 por cento) e cerca de um quarto da de 2006 (29 por cento), indicam os dados oficiais distribuídos hoje à tarde pelo Ministério da Educação (ME).

Quando o exame ficou disponível on-line, vozes de protesto se levantaram contra o "facilitismo". Quando os resultados saíram, vozes se levantaram contra esse mesmo "facilitismo". Apesar de a minha voz não se ter levantado, ela concorda com as que o fizeram. Os exames estão, realmente mais fáceis. Mas a questão de fundo aqui é se os exames estão "fáceis" ou "mais fáceis". Há uma pequeníssima diferença.

Todos sabemos que os exames de Matemática deste ano foram mais fáceis do que os do ano passado. Não sabemos é se os do ano passado não seriam demasiado difíceis (não estou a dizer que eram) e que este ano passaram para a dificuldade desejável. Como podemos saber? Muitos dizem que um exame é apropriado quando o aluno médio o consegue resolver. Ora, os exames dos anos anteriores não eram certamente resolvidos por qualquer aluno médio (a média era de 8 valores, aproximadamente, e a taxa de reprovação de cerca de 20%). Será que isto quer dizer que eram difíceis? Dúvido. Provavelmente os alunos "médios" não o eram, tinham notas fantasma dadas por professores pouco exigentes...

Muitos dizem que este "facilitismo", alegadamente ordenado pela Ministra herself, serve para mostrar estatística a Bruxelas. Não dúvido. É uma obcessão esta competição em Bruxelas. Deviam criar as Olimpíadas das Estatísticas em que os países da União tentavam melhorar os seus "rankings". Se calhar não, seria ridículo.
Este problema de Bruxelas não é novo, vem desde 1 de Janeiro de 1987, e dúvido que nos toque só a nós. Acredito que muitos países façam o mesmo. Eu cá, que de nada entendo, tenho uma proposta. Porque não harmonizar a política de ensino na UE e, por conseguinte, harmonizar os exames que classificam os estudantes. Assim, já não poderia haver "facilitismo ordenado" nem exames "fáceis" ou "difíceis". Não é assim tão absurdo, se temos um Mercado Único em que se pretende que as barreiras sejam anuladas, uma barreira a anular será a diferença na formação e qualificação! Isto resolve-se com a boa velha harmonização! Para rimar, só por isso, pergunto: Porque não?

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Há coisas que não entendo

Desde a revolução industrial que se utilizam combustíveis fósseis. Mais de 200 anos depois de os usar, os impactos são óbvios! Para combater o aquecimento global e as alterações climáticas, recorremos a fontes de energia alternativas. Temos uma vasta panóplia à escolha: geotermia, hidroeléctrica, solar, eólica, biomassa, biogás, cinética, e provavelmente mais algumas. Nenhuma destas energias traz qualquer problema, nenhuma interfere com absolutamente nada. Se optarmos pela energia solar, o Sol não acaba. Se optarmos pela energia eólica, o vento não acaba. Se optarmos pela hidroeléctrica, a água não acaba. Como somos extremamente inteligentes (com "somos" refiro-me àqueles em quem votámos para nos reger) utilizamos uma que, sendo "limpa", acaba com as reservas alimentares do mundo e leva à morte à fome África inteira e uma boa parte dos outros continentes.

Eu até compreendo que seja mais fácil utilizar os biocombustíveis, aquela história toda dos motores e mais não sei o quê. Mas porque não utilizar biogás? Ninguém morre por se queimarem folhas! - que por acaso já estão mortas... Não podemos passar de cavalo para burro. É verdade que o petróleo era mau por causa do ambiente. Mas os bens alimentares são imprescindíveis e a sua produção não é infinita. Agora temos mais um quintal - Marte - mas ainda não podemos lá plantar beterrabas! É tempo de haver uma conversão dos mecanismos dos automóveis e dos demais veículos para que possam funcionar com base em, sei lá, baterias, por exemplo! De modo a que possam consumir energias que sejam económica, ambiental e humanitariamente (existe?) sustentáveis!

Sarko no seu melhor

(Via Câmara de Comuns)

Num bocadinho antes de uma entrevista para um canal francês, o presidente da França e da UE disse algumas coisinhas interessantes. Vejam aqui.